segunda-feira, 5 de julho de 2010

O que???

Olá galerinha amiga de meu coração...
mais uma inspiração a favor das mudanças de comportamento em relação a esse planetinha que tanto sofre em nossas mãos...
Em mais uma de minhas montagens, me inspirei no que fazemos para estar na moda, claro que não necessariamente todos...mas de uma certa forma isso faz-se pensar como um todo...não só na matança direta de animais, mas nas indiretas também...vamos pensar no quanto estamos consumindo e nas consequências deste   consumo exagerado.
Será que precisamos de tudo que esta em nossos armários? Será que realmente usamos tudo o que compramos? E o quanto usamos, uma, duas ou três vezes a cada seis meses? Isso realmente se faz necessário? 
Vamos nos conscientizar do quanto ainda existe as diferenças sociais, o quanto ainda existem poucos com muito e muitos com pouco.
Sempre na busca por um mundo melhor!
Desejo uma ótima semana a todos!!!
Eu sou Nós!
Bjks da Ári.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

B R A... B r a s i l

Sabe, não sei se fico triste ou fico feliz com o que aconteceu com o nosso "timão" na copa?!?!
Na verdade acho que o país todo acabou ficando meio decepcionado consciente, algo que esperávamos mas que não gostaríamos que acontecesse...
Mas vendo pelo lado positivo, agora é hora de olhar pra dentro dos nossos reais acontecimentos, as chuvas em Alagoas, a política brasileira em época de eleição, os aumentos salariais dos deputados e por ai vai... vamos 
A C O R D A R para a vida e ver o que estão fazendo com o nosso futuro e ajudar a quem realmente precisa, que diga-se de passagem esse titulo só ia render mesmo é para os jogadores e para a comissão técnica, e nós só um peito estufado e um coração cheio de orgulho. Mas para desviar o foco, vamos ver o que nossas governanças estão fazendo no nosso país e com o nosso suado dinheirinho...
Pra frente B R A S I L !!!

cuidando do que é nosso!!!
Bjssssssssssssssss

Ári

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Pela Natureza

Sem querer impactar, mas para alguns o fazendo...
Gostaria de mostrar o quanto o eco sistema é importante para todos e o quanto diante de Deus não temos diferenciação, cada qual com sua significativa importância.
Vamos parar para pensar um pouquinho...
O que estamos fazendo com o planeta, vai atingir somente os animais ou as nossas crianças também?
Refletir e tentar fazer agora para não se arrepender depois...
Por um mundo melhor eu deixo essa imagem:

Uma ótima semana a todos com muita reflexão!
Bjsss

Ári

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Dias felizes

Esperando por dias felizes e um planeta melhor...
Deixo minha alegria e meu sorriso...
que a felicidade permaneça em nossos corações no impulso para dias melhores e atitudes melhores!!!
Que o amor prevaleça em nossos corações para sempre!!!
Oro pelas crianças nas ruas, nos orfanatos, nas guerras, na solidão das ruas...
Oro pelos fracos de espirito, fracos de saude, fracos de amor...
Por todos aqueles que necessitam de luz e crescimento espiritual...
Pelo amor na Terra e em cada ser, pelo amor de Deus e dos seres de Luz!!!

Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter!

bjs de luz 

Eu sou nós!
                                                               Ári

terça-feira, 8 de junho de 2010

artes

Arte de arteira...hehehe
Pois é gnt, na semana passada fui convidada a fazer umas de minhas arteirisses na casa de minha amiga e não é que ficou bem legausss!!!
Então vim aqui mostrar pra vocês o resultado...



Bjaoooo galera e uma ótima semana pra nósssssssss!!!

Ári

terça-feira, 1 de junho de 2010

Vida

Oiieee...
Hoje me empolguei, então pra tentar recuperar o tempo perdido vou deixar mais uma fotinho fofa pra vcs...mas essa é da minha filhota do coração...mesmooooooo!!!
Ela é minha companhia, meu bebezinhoo...amoooo!!!


Ela acha que é gente...heheheh

Bjsss pessoal!!!

Ári

Planeta Vivo

Oiii gentemmm!!!
Que saudadess...nossa, pq eu demoro tanto pra vir aqui neh?!!? Pois é...tenho muitas coisas pra fazer e em casa fiquei sem net, mas logo...logo vou postar diariamente...
Bom, hoje vim deixar uma imagem linda para nos inspirar a cuidar mais do nosso planeta, ele anda meio caidinho e meio irritado com a gnt também neh?!?! Afinal todas essas catastrofes que andam acontecendo pelo planeta inteiro não são por acaso...
Então, vamos fazer a nossa parte, " Eu sou nós".


Eu gostaria muito que meus netos pudessem ver essa imagem como algo real e não como uma pesquisa arqueológica...

Bjaooo a todos e uma ótima semana!!!
Ári

sexta-feira, 26 de março de 2010

Amor

Para renovar nossos ares e melhor nossos dias, deixo uma dica pra vocês amigos de luz.
Olhem que linda essa oração Xamânica?!?!
Que possamos cada vez mais nos conscientizar do imenso amor que recebemos de Deus diante de tanta vida.


um bjoo de luz!!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quando a ambição vai parar de destruir a razão???




    Quando criei esse blog, pensei em encher de coisas legais, diferentes e úteis... coisas do tipo tecnológicas ou designers inovadores e ainda moda, arquitetura e decoração... tudo que inspirasse beleza, alegria.

Mas nos últimos tempos meus dias andam meio corridos, estou trabalhando bastante, fiz uma viagem legal no fim do ano e estou curtindo o meu cantinho, o meu namorado e meus bichos...quando penso em postar alguma coisa aqui, penso em algo que ajudasse a mudar a consciência mundial, algo que pudesse ajudar o mundo, o futuro das nossas gerações...

Tenho medo de não ter tempo de fazer tudo o que sempre sonhei, tenho medo de não ter mais tempo pra mim, pra minha familia e talvez para os meus filhos, porque ainda nem sei se vou ter filhos, tenho medo de ser culpada colocando inocentes nesse planeta egoísta e materialista.

Não sei o quanto conscientizaria meus filhos sobre o valor da vida, dos animais e da nossa flora tão rica e linda...gostaria de poder mostrar a eles uma outra forma de ver a vida e uma sociedade humana e solidária, aquela que siga a religião do amor e a filosofia do coração.


Deixo então para vocês um texto que comprove minha insegurança perante o futuro... mas com o único intuito de mudar esse futuro para melhor.

Quando a gente muda o mundo muda!


Muita luz a todos!!!

Bjs


As consequências catastróficas de um recuo em Copenhague

*Jean-Pierre Lehmann
professor-jean-pierre-lehmann2Chegamos a um daqueles momentos em nossa história em que decisões tomadas e ações implantadas ou evitadas terão enorme impacto sobre o destino da humanidade. Podemos dizer que esse exato momento é a Conferência do Clima em Copenhague em dezembro de 2009. Suas conseqüências não podem ser subestimadas. Em meio a essa encruzilhada, se for tomado o caminho da solidariedade global e da determinação de um engajamento para enfrentar a ameaça das mudanças climáticas, aí o século 21 poderá ser próspero. Agora, se a decisão errada for tomada, poderemos testemunhar uma era de escuridão. Além da importância da questão climática, a solidariedade e o compromisso em Copenhague serão fortes indicadores de que estamos comprometidos a criar uma aldeia global viável.
Nosso histórico, porém, não é encorajador. A capacidade de destruição e de promover a desumanidade ao longo da história parece não ter limites. O século 20 foi especialmente marcante ao relembrar as centenas de milhões de pessoas que foram mortas, mutiladas, violadas, envergonhadas publicamente e humilhadas. Provavelmente não é o caso de afirmar que a natureza do homem degradou, mas que simplesmente havia uma tecnologia mais sofisticada para alcançar seus fins. Talvez, no passado, já deveria haver pessoas que gostariam de ter exterminado 6 milhões de judeus, mas sem o gás produzido e fornecido pela IG Farben, teria sido impossível fazê-lo.
A capacidade de destruição e desumanidade também está evidente nas atitudes do homem para com a natureza. O falecido Shigeto Tsuru, renomado economista japonês, comentou que a construção de petroquímicas da indústria japonesa no meio do Mar do Interior estava privando gerações futuras de usufruírem daquele ambiente místico. Claro, não se deve interromper o crescimento econômico, mas muito do que ocorreu no Japão na década de 1950 e 60 durante o chamado “milagre econômico” (fenômeno também em outras regiões do mundo) foi a destruição brutal da natureza e também das pessoas, evidenciado pela doença de Minamata. A “morte” trágica do Mar de Aral é outro exemplo de aniquilação arbitrária entre outros milhares que poderiam ser mencionados.
Apesar de toda a nossa barbaridade, de alguma forma conseguimos sobreviver e insistimos em acreditar que continuaremos sobrevivendo. Um tempo atrás, estava fazendo uma apresentação do IMD, e um diretor me disse que não acreditava em cenários catastróficos. “Tudo bem”, eu respondi, embora boa parte do século 20 prove que cenários catastróficos existem e, de fato, já estão acontecendo.
O cenário catastrófico e plausível do século 21 não é o da erradicação do homem através da guerra e do genocídio, mas através da destruição do planeta ou, talvez mais precisamente, da complacência da destruição do planeta. Apesar das convincentes evidências científicas, há uma indiferença generalizada entre o público em geral – especialmente nos EUA – de que toda essa provocação da mudança climática é irrelevante.
Em seu excelente livro “Colapso: Como as Sociedades Escolhem o Fracasso ou o Sucesso” (2005), Jared Diamond mostra como as sociedades cometem (e continuam cometendo) ‘ecocídio’. Não há como negar que isto, possivelmente mais cedo do que mais tarde, poderá acontecer em todo nosso planeta.
Independentemente se o planeta entrar em colapso ou não devido às mudanças climáticas está claro que alguns dos países mais pobres e vulneráveis, como os da África interiorana e aqueles abaixo do nível do mar como Bangladesh e Maldivas, já estão sofrendo os efeitos adversos das alterações – uma situação que certamente irá piorar precipitadamente. Em um mundo que já é injusto e desigual, com seus contrastes econômicos e sociais entre ricos e pobres, os menos afortunados sofrerão ainda mais as terríveis tribulações da extensa degradação ambiental.
Após a Segunda Guerra Mundial, quando os europeus tiveram de encarar a realidade do Holocausto, a resposta padrão era: “nós não sabíamos”. Em julho de 1938, uma conferência intergovernamental foi realizada em Evian, França, a respeito dos judeus refugiados. Embora tenham reconhecido que havia um problema, os delegados decidiram que não havia nada a ser feito. Após a reunião, Hitler teria comentado: “É um espetáculo vergonhoso ver como todo o mundo democrático transborda simpatia para com o pobre, atormentado povo judeu, mas permanecem com corações frios e inflexíveis quando se trata de ajudá-los”. A Conferência de Evian serviu como uma ‘permissão’ para Hitler continuar a atrocidade [1].
Hoje, no caso da ameaça da alteração climática, já não é possível dizer que as pessoas não sabem. Mas, como na situação da década de 30, não há dúvida de que há muitos que não querem saber. O que torna o caso ainda mais complexo é que, com exceção dos países especialmente vulneráveis mencionados acima, o impacto será sentido pelas gerações futuras. O ecocídio está sendo cometido à custa das crianças e dos que ainda não nasceram.
Na atual conjuntura, há um grave risco de que a Conferência de Copenhague sobre a Mudança Climática tenha o mesmo significado para o planeta que a Conferência de Evian de 1938 teve para o Holocausto. Enquanto Roma está em chamas, os líderes políticos dos principais países industrializados e em industrialização se envolvem em um jogo nada edificante de culpas e blefes. Isto se deve, em grande parte, à péssima qualidade da atual liderança política global.
Em compensação, ONGs com iniciativas ambientais estão procurando influenciar ativamente o processo da política pública. Apesar das boas intenções, sua capacidade de realmente fazer uma diferença arrebatadora – que é o necessário – nas atitudes do processo político, é limitada.
É bem provável que apenas a liderança empresarial possa salvar o dia e também o planeta. Mesmo nessa situação desesperadora, a absorção e aplicação apropriada de tecnologias verdes condizentes por líderes de negócios podem fazer a diferença arrebatadora. Um recente relatório elaborado, em conjunto, pela Global Compact das Nações Unidas e a Dalberg Global Development Advisors, chamado Champions of the Low Carbon Economy – Why CEOs are Ready for a Global Climate Agreement (Líderes da Economia de Baixo Carbono – Por que os CEOs estão Prontos para um Acordo Climático Global – em tradução livre), demonstrou que há, de fato, uma tremenda oportunidade de negócios ao encarar os desafios da mudança climática.
Se as empresas assumissem a liderança de forma responsável, o impacto poderia se estender além da salvação do planeta – objetivo já um tanto quanto respeitável! Poderia alterar radicalmente a natureza e a percepção do capitalismo. Entre agora e o início da segunda década do século 21, ocorrerá a Conferência de Copenhague. As perspectivas são muito sombrias. Nos minutos finais do segundo tempo, se as empresas conseguissem mobilizar forças suficientes para garantir que Copenhague não sofresse um recuo, e sim, representasse um sério esforço para preservar e certamente embelezar o planeta para as gerações atuais e futuras, podemos estar a caminho de dias muito felizes – e, claro, tudo isso seria muito bom para os negócios.
Concluindo, as famosas palavras do poeta inglês do século 17, John Donne:
“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um seixo for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de seus amigos ou mesmo sua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti…”.
*Jean-Pierre Lehmann é professor de International Policital Economy no IMD, uma das principais escolas de negócios do mundo, em Lausanne, Suíça.

Ári ; ]

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Haiti

Sou meio lenta nessas coisas de manter esse espaço atualizado...tenho muitas coisas pra contar e muitas novidades e fotos pra mostrar, mas não agora. Hj vou dedicar minhas postagens aos haitianos, nas minhas pesquisas sobre tendências de moda achei esse texto no blog Rioetc e gostaria de dividir com o máximo de pessoas que conseguisse.

Se você acessou o RIOetc, provavelmente está atrás do estilo das ruas e de coisas inspiradoras pro seu dia. Afinal, uma das regras do blog é que a gente só dá notícia boa. Outra coisa: é incomum um texto escrito na primeira pessoa, porque este é um trabalho coletivo. Hoje vou quebrar essas duas regras.


Pra mim, esta noite foi mal dormida. Tinha visto imagens da destruição no Haiti e lido a mensagem que publico a seguir. Foi escrita pelo arquiteto Sérgio Magalhães, professor da FAU/UFRJ, doutor em Urbanismo, presidente do IAB/RJ e blogueiro – a quem orgulhosamente chamo de pai.
A convite da ONU, ele desenvolve (desenvolvia?) um trabalho urbanístico em Bel-Air, uma das áreas mais miseráveis de Porto Príncipe, a capital do Haiti, o país mais pobre das Américas. Esteve lá três vezes, e partiria pra sua quarta visita no mês que vem. Ou seja: conhecia bastante a realidade de lá. E esta mensagem, uma resposta ao e-mail de um colega arquiteto, é de um realismo atordoante.
Entre outras qualidades, meu pai é um otimista. Não fosse assim, ele não teria criado, há 15 anos, o Favela-Bairro, maior programa de recuperação de áreas degradadas de que se tem notícia. Mas na carta ele diz: “O que poderemos fazer para nos solidarizarmos com o povo do Haiti? Como ajudá-lo? (...) Eu não tenho respostas. Apenas, uma grande tristeza e o desejo de que possamos elaborar algo que possa ser útil.”
Eu também gostaria de poder ajudar. Resolvi publicar este texto aqui, quebrando as regras do nosso RIOetc e aproveitando sua audiência, porque foi a única coisa que me ocorreu. Quem tem fé, que faça uma prece; quem tem dinheiro de sobra, que doe; quem tiver alguma idéia melhor, compartilhe.
Daqui a pouco a gente volta pro nosso mundinho colorido e encantador, com mais fotos do Fashion Rio, conforme o prometido.

Abraços,
Tiago Petrik, editor do RIOetc




From: dirceutrindade@
To: sfmagalhaes@ 
Subject: TERREMOTO NO HAITI
Date: Wed, 13 Jan 2010 22:59:47 +0000

Olá, Sérgio.
Você, que conhece tão bem, pode nos dar uma visão desta tragédia no Haiti.
Pelas notícias, o país "acabou".......
Dirceu Trindade

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From: sfmagalhaes@ 
To: dirceutrindade@ 
Subject: Re: TERREMOTO NO HAITI
Date: Wed, 13 Jan 2010

Amigos, 

aproveito o pedido do Dirceu para comentar com vocês sobre a tragédia.
De fato, a cidade de Porto Príncipe deve estar destruída. Os principais edifícios estão no chão. E são eles que aparecem nas imagens da TV. Mas eles também, em geral, estão localizados nas áreas planas da cidade e são mais bem construídos. Imaginem o que terá acontecido com as áreas residenciais pobres, que são construídas nas encostas, tal como nossas favelas. 
Porto Príncipe tem mais de 2,5 milhões de habitantes. A imensa maioria não dispõe de água encanada. O abastecimento é por galões comprados em "quiosques". A disponibilidade é de menos de 10 litros/dia por pessoa (entre nós, calcula-se que a média de consumo seja 200 litros/dia). O lixo é recolhido muito precariamente. A energia elétrica é distribuida 1 ou 2 horas por dia. A ruas, em geral, não têm iluminação pública.
Isto tudo antes do terremoto.
O país está devastado. Sobrevoando, vê-se que o interior não tem cobertura vegetal, salvo pasto. Os córrregos/rios existem com chuva; sem chuva, ficam secos. Águas subterrâneas tendem a ser salobra. 
Uma reconstrução de Porto Príncipe precisaria contar com uma monumental ajuda internacional, bilhões de dólares, por muitos anos. E não vejo chance de ser bem sucedida se considerar a reconstrução do que foi destruído pelo terremoto: será necessário dar condições do país vir a se sustentar.
Como? São quase 10 milhões de haitianos!
Antes do terremoto, as instituições políticas eram frágeis. Todo o esforço da ONU era no sentido de dar consistência institucional para o país. Os símbolos institucionais eram sólidos: o Palácio Nacional, a Catedral, o Liceu Pétion, o Hotel Montana (sede da ONU). Agora, também estes símbolos estão no chão.
E eu que via as fotos que fiz em cada viagem como medida do avanço alcançado com o programa de recuperação do país! Percebia o avanço e ficava contente; mas via o lento avanço e sobrevinha a dúvida sobre a possibilidade de melhora efetiva. Jamais poderia supor que essas fotos, tão pungentes, reportando tanta pobreza e dificuldade, poderiam vir a ser documentos de um tempo superior!
O que poderemos fazer para nos solidarizarmos com o povo do Haiti? Como ajudá-lo? Há o agora e haverá o logo a seguir.
Eu não tenho respostas. Apenas, uma grande tristeza e o desejo de que possamos elaborar algo que possa ser útil.
Abraço,
Sérgio